Com as metas escritas na proposta antes do primeiro real ser gasto. Sem fidelidade, sem taxa escondida, e com a verba de anúncio separada.
Quase toda contratação de marketing começa igual: uma promessa vaga, um contrato de doze meses, e a verba de anúncio passando pela conta da agência. Três meses depois você recebe um relatório com alcance, impressões e engajamento — e nenhuma resposta para a única pergunta que importa: quantos clientes isso trouxe?
Quando você pergunta, a resposta é que “marketing é a longo prazo”. E o contrato de doze meses garante que você vai continuar pagando enquanto descobre.
O ciclo de 90 dias inverte as três coisas: o prazo, a verba e o combinado.
Elas existem porque a maioria dos problemas de contratação de marketing nasce da falta delas.
Volume de contatos, custo por contato e taxa de comparecimento. Escritos com número, na proposta que você assina. Se eu não souber estimar isso para o seu caso, eu digo que não sei — em vez de prometer qualquer coisa.
A conta do Google e do Meta fica no seu nome, no seu cartão. Você vê cada centavo em tempo real, sem depender de relatório meu, e pausa quando quiser sem me pedir autorização. Eu recebo honorário de gestão, e só.
Pagamento mensal, encerramento a qualquer momento, sem multa. Não existe cláusula me protegendo de resultado ruim. A única coisa que me mantém no projeto é o número aparecendo no relatório.
Conta de anúncio, pixel, analytics e landing page ficam no seu nome. Se um dia a gente se separar, você leva tudo — inclusive o histórico de dados, que costuma valer mais que a campanha em si.
Cada mês tem uma função. Quem promete venda no primeiro mês está pulando as duas etapas que fazem o terceiro funcionar.
Diagnóstico do que já existe, criação da landing page, instalação de rastreamento, montagem das campanhas e primeiros criativos no ar.
Com um mês de dados, começa o trabalho que a maioria não faz: cortar o que não converte, dobrar no que converte, e testar variação de criativo e público.
O mês em que dá para dizer se funciona. Você tem três meses de dado, custo por contato conhecido e base para decidir se continua, aumenta a verba ou para.
Tudo contável. Se não dá para contar, não entra na proposta.
Página própria, no seu domínio, feita para o anúncio levar. Não é o site institucional — é uma página com um objetivo só.
Montagem, gestão diária e otimização das duas plataformas, com verba na sua conta.
Peças novas todo mês, testadas contra as anteriores. Criativo cansa, e substituir é parte do trabalho.
Gravação e edição do material que alimenta a campanha e as redes.
Publicação com propósito de campanha, não post por post.
Com os números que a gente combinou na proposta — e a comparação com o mês anterior.
A quantidade exata de cada item é definida na proposta, depois da conversa de diagnóstico — porque depende do seu segmento e do tamanho da operação.
Você provavelmente já comprou promessa antes. A forma mais rápida de eu ser diferente é dizer primeiro onde estão os limites.
Se você caiu na segunda coluna, fale comigo assim mesmo. Às vezes o que falta não é campanha — é arrumar o que vem antes dela.
Honorário de gestão e verba de anúncio nunca se misturam. É isso que permite você conferir cada centavo sem depender de mim.
Meu trabalho: estratégia, montagem, gestão diária, criativos, vídeo e relatório. Pago mensalmente, sem fidelidade.
Vai direto para o Google e o Meta, na sua conta. Eu sugiro o valor a partir do seu objetivo, você aprova, e pode mudar quando quiser.
O valor exato sai depois da conversa de diagnóstico, porque depende do seu segmento, da concorrência local e do que já existe montado. Sem essa conversa, qualquer número seria chute.
Porque três meses é o tempo mínimo para ter dado confiável e o máximo que você deveria arriscar em alguém que ainda não provou nada. Contrato de doze meses protege a agência, não você. Se der certo, a gente renova — e a renovação vira uma decisão sua, com número na mão, em vez de uma cláusula.
Porque agência que administra a verba do cliente tem um conflito de interesse embutido: quanto mais você gasta, melhor para ela. Com a conta no seu nome, você vê o gasto em tempo real, sem depender do meu relatório, e pausa sozinho se quiser. Eu ganho pelo trabalho de gestão, não por percentual de verba.
Depende do seu segmento e da concorrência na sua cidade. Na conversa de diagnóstico eu estimo a partir do custo por clique da sua região e do seu objetivo de contatos. É melhor começar com uma verba modesta e crescer com dado do que gastar alto no escuro no mês 1.
Você para. Sem multa, sem aviso prévio, e leva todos os acessos. Mas a decisão vai ter número: quantos contatos chegaram, a que custo, e quantos viraram cliente. Isso vale mesmo quando a resposta é não — porque você descobre em 90 dias o que muita gente leva anos para descobrir.
Não, e quem garante está vendendo o que não controla. Em anúncio pago dá para trabalhar posição, mas ela depende de leilão e de concorrência. Em busca orgânica, ninguém garante posição — nem quem diz que garante.
Não. A landing page da campanha é feita por mim, no seu domínio, e ela é diferente do site institucional: tem um objetivo só. Se você também quiser site, isso é outro serviço.
Eu, mas com propósito de campanha. Não é postagem por postagem: é conteúdo que sustenta o anúncio e dá credibilidade para quem clica e vai olhar o perfil antes de mandar mensagem.
Com a maioria. Alguns têm restrição de plataforma — saúde, por exemplo, tem regra de conselho profissional que limita o que pode ser dito em anúncio. Quando é o caso, eu levanto isso na proposta antes de começar, não depois.
Atendo. O trabalho é digital e as reuniões são por chamada. Gravação de vídeo presencial depende da distância — a gente combina na conversa.
Você conta o que vende, para quem, e o que já tentou. Eu digo se consigo ajudar, o que faria nos primeiros 30 dias e quanto custa. Se eu achar que não é o caso, eu falo — é mais barato para nós dois.